Transparência...

Os meios digitais aproximaram marcas e consumidores. Constatei o óbvio, desculpem. Também me deixa irritada quando o fazem mas fiquem por aí que isto tem um rumo.

Agora, mais do que nunca é preciso adoptar uma estratégia mais transparente e sincera para com os nossos clientes. Aliás, não gosto de usar palavras como "estratégia", é uma questão de valores e de postura na vida. Nós, pessoas individuais, não fazemos estratégia em relação aos nossos comportamentos diários. Ou, pelo menos uma grande maioria não faz. Esses reflexos comportamentais provém dos valores que nos foram ensinados. Usar a palavra estratégia quando falamos de pessoas é-me muito estranho. Parece que estamos a falar de um jogo de xadrez com peões, cavalos, torres, reis e rainhas. É só estranho e… Pouco humano, acho.

Agora, mais do que nunca, e porque estamos mais próximos dos nossos clientes, temos de ser transparentes, sem merdas. Sem estratégias. Vamos lá ser humanos. Não é humanizar a marca. É sermos humanos. Porque atrás das marcas e dos negócios estão pessoas. E do lado do consumidor (surpresa!), também estão pessoas. Pessoas que têm expectativas em relação às marcas, aos seus produtos e aos seus serviços.

As marcas mais transparentes, as mais "humanas", sem merdas, vão safar-se.

Ou, safam-se as que têm mais dinheiro. O que é muito chato. Prefiro acreditar nas pessoas. Enfim... Foi só uma reflexão.

Artigo publicado originalmente no meu LinkedIN: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6759447385878863872/

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